A revista Istoé desta semana, revelou que o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Rafael Vitale Rodrigues, foi condenado a pagar 30 salários-mínimos e ficou proibido de dirigir por dois meses, como substituição à pena de reclusão que ele recebeu por ter ter atropelado e matado um ciclista em Presidente Prudente, interior do Estado de São Paulo.
Rafael Vitale foi denunciado por infração ao artigo 302, caput, do Código Brasileiro de Trânsito (Lein° 9.503/97). Segundo a sentença, ele estava agindo com imprudência por conduzir seu veículo automotor em velocidade superior ao limite permitido para o local, o que resultou na morte do ciclista Valmir Augusto Figueira. Ele também teve que pagar uma pensão mensal para a esposa da vítima.
A partir das marcas de pneus deixadas pela freada brusca que tentou evitar o atropelamento, a perícia determinou que o VW Cross Fox trafegava a 90 km/h em um local onde o máximo permitido era 40 km/h.
O reporter Samuel Nunes descobriu a condenação do diretor-geral da ANTT em meio a uma apuração maior, sobre a interferência que ele supostamente exerce na agência para brecar a entrada de novas empresas de transporte interestadual de passageiros, um assunto já explorado por outros jornalistas.
Rafael foi nomeado para dirigir a autarquia, em junho de 2021, pelo ex-presidente Jair Bolsonano. Segundo a matéria, ele seria de fato do grupo político do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Por questões de direitos autorais, só inclui a primeira e a última páginas da matéria. Procurei link no site da revista, mas não encontrei.


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